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20 jan
2018

Da série nossas emoções: É a alegria! Saiba como melhorar a frequência desta emoção na sua vida.

Escolhi iniciar está série pela alegria, esta emoção que buscamos sentir a todo momento. O livro: O que a neurociência explica e não explica sobre nossas emoções descreve que “somos seres biológicos, nós temos dois mecanismos básicos de sobrevivência à nossa disposição conforme atravessamos a vida emocional: a aproximação e a evasão.”

A alegria nos aproxima, é a emoção da socialização, do empulsionamento, que nos faz querer seguir em frente, querer sair da toca, experimentar coisas novas, crescer.

Ao senti-la nosso cérebro é inundado de dopamina, oxitocina, serotonina e endorfinas, substâncias conhecidas como os hormônios da felicidade, que auxiliam também na concentração, relaxamento, bem estar, tem ação analgésica, traz motivação, dentre tantos outros benefícios.

A alegria, portanto, te mantém saudável física e emocionalmente. Ela não é constante em nossa vida, pois acredite outras emoções também são necessárias, mas ela precisa estar frequente.

E acredite há meios de nos sentirmos alegres mesmo em meio as turbulências e desafios do dia-a-dia. Como? Nosso cérebro não distingue o real do imaginário, quando você imagina ou se lembra de uma cena alegre ele ativa as mesmas áreas, como se você estivesse vivendo realmente esta emoção.

Portanto, inicie selecionando experiências vividas verdadeiramente alegres, repasse todos os momentos quando estiver triste, desanimado, vivendo algo difícil. Concentre-se e traga estas vivências a sua mente. Isto é um treino e acredite funciona para você conseguir limpar sua mente, sentir-se melhor e enfrentar os desafios da sua vida.

Há base científica para se buscar a felicidade pela substituição de sentimentos desagradáveis por outros agradáveis. Quando você manda o estímulo “alegria” para seu cérebro os neurônios responsáveis pelo processamento desta emoção, que fazem estas conexões, entram em competição com a tristeza existente. Pode até neutralizá-la a depender da intensidade e da repetição do estímulo “alegria”. Você pode ser mais feliz se aprender a utilizar vivências agradáveis para modificar a tristeza e o sofrimento. Por exemplo, pode ouvir músicas alegres quando estiver triste, pensar em coisas agradáveis ou recordar momentos de felicidade.

Bóra lá! Vamos treinar e ser mais felizes para enfrentar os desafios!

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a autora

Mari Telma

psicóloga & coach

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